Na segunda noite de realização do 28º Festival Folclórico de Novo Airão, o brilho ficou por conta das apresentações, no Calçadão do Centro Cultural, na Lagoa do Peixe-Boi, da Dança Café Novo Milênio, Dança Nacional Barões do Café, e o ritmo empolgante das Cirandas Pena Branca e Barões. O balancê ficou por conta do Show Arlindo Neto e Banda, com o ritmo do boi-bumbá.

Ao fazer o pronunciamento, de abertura da segunda noite, o prefeito de Novo Airão, Otávio Farias, anunciou a premiação de valor superior a R$ 10 mil reais aos vencedores do Festival. Ele também ressaltou o investimento de R$ 160 mil, repassados, antecipadamente, aos grupos folclóricos.

“Quero Agradecer ao Governo do Amazonas e Secretaria de Estado de Cultura Criativa (SEC) pelo apoio à realização do melhor espetáculo já visto no município. Me sinto realizado pelo resgate da data do Festival no mês de junho. Prometemos promover o desenvolvimento e o progresso à população, e estamos cumprindo a nossa parte”, A Festa é de vocês”, concluiu.
A noite foi aberta pela Dança Café Novo Milênio, com o tema ‘Ecos de Uma Diáspora’. A visão, segundo os africanos escravizados no Brasil, sobre o preconceito e a desigualdade social.

Em seguida, Dança Nacional Barões do Café, com a temática ‘Luto e Resistência’. O relato de movimentos de lutas lideradas por negros e escravizados nas fazendas de café.
O ritmo contagiante das cirandas fez o público vibrar com a Pena Branca, que trouxe o tema ‘A Amazônia é Mulher’. Exaltação ao protagonismo feminino na Região Amazônica, que com conhecimentos e táticas culturais defendem direitos e elementos como a terra, a água, o ar e o ecossistema.

Fechando a noite, Ciranda Barões, com ‘Constituição Federal – Artigo 225: É Nosso Dever’. O alerta de que cabe ao poder público e à coletividade a defesa e preservação do meio ambiente para as presentes e futuras gerações.
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Imagens: Sebastian Viana
Redação: Wittemberg Nogueira









