O Calçadão do Centro Cultural, na Lagoa do Peixe-Boi, foi palco de celebração da cultura popular na abertura oficial do 28º Festival Folclórico de Novo Airão 2025. O evento, promovido pela Prefeitura Municipal, via Secretaria municipal de Cultura (Semuc), reuniu um público, estimado em três mil pessoas, para prestigiar os grupos juninos que manifestam o folclore, a identidade e raízes nordestinas e amazônicas.

A abertura contou com a presença do vice-prefeito de Novo Airão, Humberto Lima, secretários municipais de Cultura, Ércules Alves, subsecretário, Rafael Borges, secretário de Governo, Frederico Júnior e vereador Ricardo Veloso.

O vice-prefeito Humberto Lima parabenizou a participação de todos que trabalharam para a realização de mais uma edição do festival que movimenta a cidade com arte, cultura e geração de renda.
“Isso nos motiva a continuar o trabalho para avançar com investimentos na cultura como fator de desenvolvimento social e econômico. Muitos dos que estão aqui já participaram de festivais e sabem das dificuldades. Por isso essa gestão vai continuar se pautando pelo resgate e valorização da cultura popular”, afirmou.

O espetáculo começou com a apresentação da Quadrilha Quilombolas Afro-Junina, que trouxe o tema “Força e Resistência de um Povo”, destacando a ancestralidade e a luta do povo afro-brasileiro no quilombo formado no Rio Jáu cujos moradores foram retirados por força de lei de criação do Parque Nacional. A quadrilha participa pela primeira do Festival visando a inclusão na liga que coordena o evento.
Em seguida, o grupo Cangaço Lampião Rei do Sertão encantou com a encenação de “O Auto da Compadecida”. Uma brincadeira bem-humorada retratando a religiosidade e realidade do povo nordestino baseada na obra do paraibano Ariano Suassuna. O Cangaço Herdeiros de Lampião apresentou “A Resistência do Povo Nordestino”, ressaltando a luta do nordestino contra a seca, a situação de retirante e tirania dos coronéis do agreste.
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Imagens: Cristiane Pacheco
Redação: Wittemberg Nogueira









